Transportes
A adesão à greve da Rodoviária de Lisboa rondava os 60% ao início da manhã, de acordo com a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans), que espera, no entanto, que a adesão cresça ao longo do dia.
Os trabalhadores da Rodoviária de Lisboa realizam hoje uma greve de 24 horas por entenderem que a empresa “discriminou” os motoristas e para exigir um aumento salarial. A paralisação iniciou-se às 3h00 e termina à mesma hora de sábado.
Até ao início da manhã, de acordo com o que avançou à agência Lusa António Fernandes, dirigente da Fectrans, os trabalhadores que fazem as carreiras das zonas de Sacavém e Santa Iria foram os que mais aderiram, na ordem dos 90%, mas em Caneças, Bucelas e Tojal não ultrapassa os 50%, o que leva o sindicalista a falar de uma adesão média de 60%.
“Já se previa. São três organizações sindicais e só uma decidiu fazer greve. Houve uma que andou até a incentivar os sócios para não aderir. Já sabíamos que não ia ser de 100%, mas está dentro das expectativas. De certeza que os números vão melhorar ao longo do dia. A adesão final é capaz de ser de 70%”, declarou António Fernandes.
O dirigente da Fectrans justificou também com a situação precária de alguns trabalhadores da empresa, com contratos a prazo, os números da adesão à greve. António Fernandes diz que, “pressionados pelos chefes”, estes trabalhadores têm “receio” de se juntar à paralisação.
Motoristas contestam discriminação
A Fectrans convocou a greve por entender que a empresa tomou uma decisão discriminatória no ano passado ao conceder aumentos de 1,3% a todos os trabalhadores, excepto aos motoristas.
O sindicalista referiu que, além de contestar esta “situação discriminatória”, os trabalhadores exigem um aumento salarial mínimo de 30 euros, a integração dos 12 euros do abono de falhas dos motoristas na tabela salarial, formação profissional e o pagamento do trabalho suplementar, que querem que seja pago de acordo com o estipulado no acordo de empresa.
“Lamentamos que até agora não tenhamos recebido nenhuma resposta da Rodoviária a estas propostas e, por esse motivo, tenhamos de avançar para a greve”, sublinhou.
António Fernandes referiu ainda que os trabalhadores vão ter uma reunião com a administração da Rodoviária no dia 12 de Junho e que espera que nessa altura os responsáveis da empresa tenham “uma resposta para dar”.
Na Rodoviária de Lisboa trabalham mais de 700 pessoas, das quais mais de 500 são motoristas. A empresa de serve toda a Área Metropolitana de Lisboa e faz maioritariamente serviços urbanos.
Até ao início da manhã, de acordo com o que avançou à agência Lusa António Fernandes, dirigente da Fectrans, os trabalhadores que fazem as carreiras das zonas de Sacavém e Santa Iria foram os que mais aderiram, na ordem dos 90%, mas em Caneças, Bucelas e Tojal não ultrapassa os 50%, o que leva o sindicalista a falar de uma adesão média de 60%.
“Já se previa. São três organizações sindicais e só uma decidiu fazer greve. Houve uma que andou até a incentivar os sócios para não aderir. Já sabíamos que não ia ser de 100%, mas está dentro das expectativas. De certeza que os números vão melhorar ao longo do dia. A adesão final é capaz de ser de 70%”, declarou António Fernandes.
O dirigente da Fectrans justificou também com a situação precária de alguns trabalhadores da empresa, com contratos a prazo, os números da adesão à greve. António Fernandes diz que, “pressionados pelos chefes”, estes trabalhadores têm “receio” de se juntar à paralisação.
Motoristas contestam discriminação
A Fectrans convocou a greve por entender que a empresa tomou uma decisão discriminatória no ano passado ao conceder aumentos de 1,3% a todos os trabalhadores, excepto aos motoristas.
O sindicalista referiu que, além de contestar esta “situação discriminatória”, os trabalhadores exigem um aumento salarial mínimo de 30 euros, a integração dos 12 euros do abono de falhas dos motoristas na tabela salarial, formação profissional e o pagamento do trabalho suplementar, que querem que seja pago de acordo com o estipulado no acordo de empresa.
“Lamentamos que até agora não tenhamos recebido nenhuma resposta da Rodoviária a estas propostas e, por esse motivo, tenhamos de avançar para a greve”, sublinhou.
António Fernandes referiu ainda que os trabalhadores vão ter uma reunião com a administração da Rodoviária no dia 12 de Junho e que espera que nessa altura os responsáveis da empresa tenham “uma resposta para dar”.
Na Rodoviária de Lisboa trabalham mais de 700 pessoas, das quais mais de 500 são motoristas. A empresa de serve toda a Área Metropolitana de Lisboa e faz maioritariamente serviços urbanos.