Participação será reforçada com acções da CGD
Empresaria, filha do presidente de Angola, terá adquirido nesta terça-feira a participação que era detida pela Cinveste (2,82%), reforçando o estatuto de maior accionista da operadora portuguesa.
De acordo com o Jornal de Negócios e o Diário Económico, o negócio foi fechado hoje, dando a Isabel dos Santos uma posição de 17,84% na Zon, liderada por Rodrigo Costa. A empresária tinha adquirido, no início de Maio, a participação da Telefónica, passando a ser a maior accionista da empresa.
Isabel dos Santos estará também em negociações com a Caixa Geral de Depósitos, dona de 10,88% da operadora de telecomunicações. Hoje, na edição impressa, o Jornal de Negócios avançava que a empresária está a disputar a corrida com os franceses da Altice. De acordo com o diário, a decisão será tomada pelo banco público antes do início do Verão.
A filha do presidente de Angola, Eduardo dos Santos, detém ainda uma participação indirecta de 6% na Galp, através da Amorim Energia (holding de Américo Amorim, onde a Esperaza, que reúne em consórcio a Sonangol e Isabel dos Santos, detém 45%).
Em Dezembro de 2008, entrou no BPI, com a compra de uma participação de 9,69% no banco, que era detida pelo BCP. Desde então, tem vindo a reforçar o poder na instituição financeira, detendo actualmente 9,99% do capital e prevendo-se que aumente para 19,4%, fruto de um acordo que firmou com os espanhóis do La Caixa.
Isabel dos Santos estará também em negociações com a Caixa Geral de Depósitos, dona de 10,88% da operadora de telecomunicações. Hoje, na edição impressa, o Jornal de Negócios avançava que a empresária está a disputar a corrida com os franceses da Altice. De acordo com o diário, a decisão será tomada pelo banco público antes do início do Verão.
A filha do presidente de Angola, Eduardo dos Santos, detém ainda uma participação indirecta de 6% na Galp, através da Amorim Energia (holding de Américo Amorim, onde a Esperaza, que reúne em consórcio a Sonangol e Isabel dos Santos, detém 45%).
Em Dezembro de 2008, entrou no BPI, com a compra de uma participação de 9,69% no banco, que era detida pelo BCP. Desde então, tem vindo a reforçar o poder na instituição financeira, detendo actualmente 9,99% do capital e prevendo-se que aumente para 19,4%, fruto de um acordo que firmou com os espanhóis do La Caixa.