O ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, vai hoje ao Parlamento apresentar aos deputados as principais linhas do 'Impulso Jovem', um programa de combate ao desemprego aprovado na semana passada em Conselho de Ministros.
O Conselho de Ministros aprovou na quarta-feira passada o programa Impulso Jovem, que possui um fundo superior a 344 milhões de euros e que cobre um universo de 90 mil jovens, dando prioridade às chamadas regiões de convergência (Norte, Centro e Alentejo).
No âmbito deste programa, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou também, no final da reunião dos governantes, uma redução da taxa social única (TSU) de 90 por cento, até ao montante máximo de 175 euros, para as empresas que contratem a termo jovens desempregados de longa duração, por um período mínimo de 18 meses.
O secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, revelou por seu turno que "o custo estimado da implementação desta medida será de 42,5 milhões de euros, assegurado pelo Fundo Social Europeu (FSE)" e que o respetivo reembolso às empresas será efetuado no prazo máximo de 30 dias.
Entre as várias medidas que compõem o plano então aprovado está o 'passaporte emprego', que garante, no final de um estágio profissional de seis meses (com formação profissional mínima de 50 horas), um prémio de integração caso ocorra a celebração de um contrato de trabalho sem termo.
O Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME assenta em três pilares: estágios profissionais, apoio à contratação, à formação profissional e ao empreendedorismo, e apoios ao investimento.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2604142
No âmbito deste programa, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou também, no final da reunião dos governantes, uma redução da taxa social única (TSU) de 90 por cento, até ao montante máximo de 175 euros, para as empresas que contratem a termo jovens desempregados de longa duração, por um período mínimo de 18 meses.
O secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, revelou por seu turno que "o custo estimado da implementação desta medida será de 42,5 milhões de euros, assegurado pelo Fundo Social Europeu (FSE)" e que o respetivo reembolso às empresas será efetuado no prazo máximo de 30 dias.
Entre as várias medidas que compõem o plano então aprovado está o 'passaporte emprego', que garante, no final de um estágio profissional de seis meses (com formação profissional mínima de 50 horas), um prémio de integração caso ocorra a celebração de um contrato de trabalho sem termo.
O Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME assenta em três pilares: estágios profissionais, apoio à contratação, à formação profissional e ao empreendedorismo, e apoios ao investimento.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2604142