Liquidação do grupo BPN
A Finesp, ligada ao empresário Manuel Cruz, da gráfica Sogapal, está na corrida para a compra do BPN Crédito, uma das várias sociedades do extinto grupo BPN que ainda permanece na alçada do Estado.
Termina amanhã o prazo para os potenciais interessados apresentarem uma proposta de compra da instituição especializada na concessão e na gestão de crédito automóvel.
De um grupo de cerca de 50 instituições consultadas pelo Tesouro para adquirir o BPN Crédito, o PÚBLICO apurou que apenas a Finesp, tem intenção de concretizar uma proposta firme. Em cima da mesa está a garantia de salvar 100 postos de trabalho (deixar de fora outros cem) e o pagamento ao Tesouro (o vendedor) de 4,7 milhões de euros, correspondente a cerca de 10% dos capitais próprios.
Para além dos negócios no sector gráfico, Manuel Cruz tem ligações a Angola e ao grupo BES, e apresenta-se como sendo o dono do jornal i. No capital da Finesp estão ainda ex-quadros do grupo Auto-Industrial, que tem interesses no sector automóvel.
Foram convidadas a estudar o dossier de venda do BPN Crédito 20 sociedades brasileiras e 30 nacionais, entre bancos e outras instituições financeiras. O Banif e o Santander Consumer analisaram a operação mas até hoje não avançaram com uma oferta.
No âmbito da privatização do BPN, vendido ao BIC Portugal, o governo autorizou a passagem para o grupo liderado por Mira Amaral de parte da carteira de crédito do BPN Crédito, de risco baixo, no valor 200 milhões de euros.
De um grupo de cerca de 50 instituições consultadas pelo Tesouro para adquirir o BPN Crédito, o PÚBLICO apurou que apenas a Finesp, tem intenção de concretizar uma proposta firme. Em cima da mesa está a garantia de salvar 100 postos de trabalho (deixar de fora outros cem) e o pagamento ao Tesouro (o vendedor) de 4,7 milhões de euros, correspondente a cerca de 10% dos capitais próprios.
Para além dos negócios no sector gráfico, Manuel Cruz tem ligações a Angola e ao grupo BES, e apresenta-se como sendo o dono do jornal i. No capital da Finesp estão ainda ex-quadros do grupo Auto-Industrial, que tem interesses no sector automóvel.
Foram convidadas a estudar o dossier de venda do BPN Crédito 20 sociedades brasileiras e 30 nacionais, entre bancos e outras instituições financeiras. O Banif e o Santander Consumer analisaram a operação mas até hoje não avançaram com uma oferta.
No âmbito da privatização do BPN, vendido ao BIC Portugal, o governo autorizou a passagem para o grupo liderado por Mira Amaral de parte da carteira de crédito do BPN Crédito, de risco baixo, no valor 200 milhões de euros.