Crise do euro
A zona euro deveria permitir ao Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) recapitalizar os bancos e preparar o financiamento de países como Espanha, para travar o agravamento da crise, defende o presidente do Banco Mundial.
Num artigo publicado hoje no Financial Times, Robert Zoellick, presidente cessante, defende que “os líderes da zona do euro devem estar preparados. (...) Não haverá tempo para convocar uma cimeira de ministros das Finanças”.
Robert Zoellick considerou que o grau de perigo “deve encorajar os líderes da zona do euro a tomarem medidas preventivas – que permitam pôr agora os capitais do MEE nos bancos e chegar a acordo sobre um mecanismo de financiamento a médio prazo a países como Espanha”.
A Alemanha tem-se oposto a esta ideia, que no entanto tem feito caminho. O presidente do BCE, o italiano Mario Draghi, também já a veio defender.
O presidente cessante do Banco Mundial acredita que esse mecanismo possa ser conseguido através do MES ou através de eventuais euro-obrigações, actualmente rejeitadas pela Alemanha.
No que respeita aos bancos, Robert Zoellick teme o agravamento da crise de crédito na economia real, e uma crise de liquidez.
Robert Zoellick será substituído no Verão na presidência do Banco Mundial pelo americano Jim Yong Kim.
Robert Zoellick considerou que o grau de perigo “deve encorajar os líderes da zona do euro a tomarem medidas preventivas – que permitam pôr agora os capitais do MEE nos bancos e chegar a acordo sobre um mecanismo de financiamento a médio prazo a países como Espanha”.
A Alemanha tem-se oposto a esta ideia, que no entanto tem feito caminho. O presidente do BCE, o italiano Mario Draghi, também já a veio defender.
O presidente cessante do Banco Mundial acredita que esse mecanismo possa ser conseguido através do MES ou através de eventuais euro-obrigações, actualmente rejeitadas pela Alemanha.
No que respeita aos bancos, Robert Zoellick teme o agravamento da crise de crédito na economia real, e uma crise de liquidez.
Robert Zoellick será substituído no Verão na presidência do Banco Mundial pelo americano Jim Yong Kim.