Está confirmado. O produto interno bruto nacional contraiu 0,1% no primeiro trimestre do ano quando comparado com os três meses anteriores. A contribuir para o comportamento da economia esteve uma queda menos pronunciada da procura interna e o crescimento das exportações.
A economia nacional contraiu 0,1% no trimestre, em cadeia, e 2,2% em termos homólogos. Números que já tinham sido divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que hoje surgem como uma confirmação.
A contracção do PIB foi atenuada, com o quarto trimestre do ano passado a revelar uma quebra de 2,9%.
A contribuir para este atenuar da contracção esteve a procura interna que caiu 6,1% em termos homólogos, uma descida inferior à verificada nos três meses anteriores, altura em que este indicador recuou 9,5%. Todos os componentes deste indicador ajudaram a atenuar a queda. O consumo privado desceu 5,6%, menos do que os 6,6% do quarto trimestre; o consumo público caiu 1,8%, quando nos três meses anteriores tinha descido 6%; e o investimento desceu 12,8%, o que compara com uma queda de 23,8% no quarto trimestre.
As exportações registaram um aumento de 7,9% em termos homólogos, um acréscimo superior aos 6,6% observados no quarto trimestre do ano passado, de acordo com os dados reportados pelo INE.
A contribuir para esta evolução das exportações esteve o segmento de bens, cuja evolução foi de 9,7%, acelerando a tendência de aumento. Já os serviços cresceram 3%, o que corresponde a um abrandamento.
O instituto adianta que é o sector da construção que continua a verificar a maior contracção da actividade. O valor acrescentado bruto (VAB) deste sector caiu 10,5%, sendo esta queda superior ao conjunto da economia. A indústria e os serviços também contraíram mas a ritmos muito inferiores, adianta a mesma fonte.
Quanto ao emprego, o INE revela que a queda foi de 4,2% no primeiro trimestre do ano, o que corresponde a um acelerar de tendência já que no último trimestre de 2011 a queda do emprego foi de 3%.
A contracção do PIB foi atenuada, com o quarto trimestre do ano passado a revelar uma quebra de 2,9%.
A contribuir para este atenuar da contracção esteve a procura interna que caiu 6,1% em termos homólogos, uma descida inferior à verificada nos três meses anteriores, altura em que este indicador recuou 9,5%. Todos os componentes deste indicador ajudaram a atenuar a queda. O consumo privado desceu 5,6%, menos do que os 6,6% do quarto trimestre; o consumo público caiu 1,8%, quando nos três meses anteriores tinha descido 6%; e o investimento desceu 12,8%, o que compara com uma queda de 23,8% no quarto trimestre.
As exportações registaram um aumento de 7,9% em termos homólogos, um acréscimo superior aos 6,6% observados no quarto trimestre do ano passado, de acordo com os dados reportados pelo INE.
A contribuir para esta evolução das exportações esteve o segmento de bens, cuja evolução foi de 9,7%, acelerando a tendência de aumento. Já os serviços cresceram 3%, o que corresponde a um abrandamento.
O instituto adianta que é o sector da construção que continua a verificar a maior contracção da actividade. O valor acrescentado bruto (VAB) deste sector caiu 10,5%, sendo esta queda superior ao conjunto da economia. A indústria e os serviços também contraíram mas a ritmos muito inferiores, adianta a mesma fonte.
Quanto ao emprego, o INE revela que a queda foi de 4,2% no primeiro trimestre do ano, o que corresponde a um acelerar de tendência já que no último trimestre de 2011 a queda do emprego foi de 3%.