Operação de recapitalização da empresa gerou impasse
Encontro de emergência que decorreu esta terça-feira terminou de forma “inconclusiva, mas positiva”, dizem os representantes dos trabalhadores. Prazo do INAC acaba hoje.
A reunião entre os cinco sindicatos da Groundforce e o Ministério das Finanças não cumpriu, para já, o objectivo: assegurar que a tutela dá luz verde à venda de 50,1% da operadora de handling ao grupo de logística Urbanos.
De acordo com André Teives, presidente do Sindicato dos Técnicos de Handling e Aeroportos, o encontro, marcado ontem de emergência pelo Governo, foi “inconclusivo, mas positivo”. O Governo “partilha das nossas preocupações”, referiu ao PÚBLICO.
Recorde-se que a TAP, única accionista da Groundforce, fechou em Dezembro um acordo para vender 50,1% da empresa à Urbanos. Apesar de o negócio ter sido aprovado, a 24 de Janeiro, pelo Autoridade da Concorrência, falta ainda o aval do Ministério das Finanças.
A tutela só aprovará a alienação quando receber uma resposta por parte da Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, que decidiu consultar informalmente, por causa de uma operação financeira associada a este negócio.
É que a TAP aprovou em Janeiro a conversão de 119,4 milhões de euros que tinha emprestado, ao longo dos anos, à Groundforce em prestações acessórias de capital. A este montante juntou outros 3,96 milhões de euros, o que permitiu limpar o passivo da empresa e tirar os seus capitais próprios do vermelho.
“O Ministério das Finanças não vai tomar uma posição antes que a Comissão Europeia se pronuncie”, afirmou André Teives, na sequência da reunião com a tutela. Durante o dia de hoje, “haverá contactos” para perceber se haverá possibilidade de a resposta de Bruxelas chegar dentro do prazo que os sindicatos exigem.
Os representantes dos trabalhadores querem que a venda seja aprovada anda hoje, já que esta terça-feira termina o prazo para os concorrentes às licenças de operação em Lisboa e no Porto, que serão atribuídas pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, manterem as suas propostas.
Os sindicatos acreditam que se a Groundforce não estiverem em condições de concorrer ao concurso até hoje, porque aquele obriga a que seja independente da transportadora aérea estatal, poderá perder as licenças, colocando em risco os 2500 trabalhadores que emprega.
De acordo com André Teives, presidente do Sindicato dos Técnicos de Handling e Aeroportos, o encontro, marcado ontem de emergência pelo Governo, foi “inconclusivo, mas positivo”. O Governo “partilha das nossas preocupações”, referiu ao PÚBLICO.
Recorde-se que a TAP, única accionista da Groundforce, fechou em Dezembro um acordo para vender 50,1% da empresa à Urbanos. Apesar de o negócio ter sido aprovado, a 24 de Janeiro, pelo Autoridade da Concorrência, falta ainda o aval do Ministério das Finanças.
A tutela só aprovará a alienação quando receber uma resposta por parte da Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, que decidiu consultar informalmente, por causa de uma operação financeira associada a este negócio.
É que a TAP aprovou em Janeiro a conversão de 119,4 milhões de euros que tinha emprestado, ao longo dos anos, à Groundforce em prestações acessórias de capital. A este montante juntou outros 3,96 milhões de euros, o que permitiu limpar o passivo da empresa e tirar os seus capitais próprios do vermelho.
“O Ministério das Finanças não vai tomar uma posição antes que a Comissão Europeia se pronuncie”, afirmou André Teives, na sequência da reunião com a tutela. Durante o dia de hoje, “haverá contactos” para perceber se haverá possibilidade de a resposta de Bruxelas chegar dentro do prazo que os sindicatos exigem.
Os representantes dos trabalhadores querem que a venda seja aprovada anda hoje, já que esta terça-feira termina o prazo para os concorrentes às licenças de operação em Lisboa e no Porto, que serão atribuídas pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, manterem as suas propostas.
Os sindicatos acreditam que se a Groundforce não estiverem em condições de concorrer ao concurso até hoje, porque aquele obriga a que seja independente da transportadora aérea estatal, poderá perder as licenças, colocando em risco os 2500 trabalhadores que emprega.