BCO abaixo dos nove cêntimos
A bolsa de Lisboa encerrou a ganhar 0,46 por cento, num dia em que o BCP sofreu uma nova desvalorização de 7%, o que o atirou para novo mínimo histórico, para 0,089 euros, abaixo da barreira dos nove cêntimos.
O dia já foi de forte subida para o BES, que cumulou uma valorização superior a 12%, e ainda no BPI, com uma valorização de 4,46%.
A discrepância de comportamento dos títulos explica-se pelo facto do BES ter reforçado o capital sem recurso à ajuda do Estado. Já o BPI, vai receber 1,5 mil milhões de euros de ajuda do Estado, valor que pretende diminuir em 200 milhões de euros, no âmbito de um amento de capital a subscrever pelos accionistas.
No caso do BCP, a queda das acções é explicada pelo elevado montante de ajuda do Estado, que ascenderá a três mil milhões de euros, e cujo valor de subscrição será de 0,04 euros. Seguir-se-á ainda um aumento de capital de 500 milhões de euros, que se não for totalmente subscrito pelos privados, será subscrito pelo estado a 0,04 euros.
No grupo das 20 empresas que integram o principal índice da bolsa de Lisboa, destaca para as subidas acima de 2% da Sonae Indústria e da Portucel, e a queda de 1% da EDP.
As bolsas europeias encerraram maioritariamente positivas, com Espanha a subir 0,45%, apesar dos sinais de agravamento da crise. Itália também encerrou a ganhar 0,62%, e Paris apresentou um ganho maior de 1,07%. Em queda encerrou a bolsa de Frankfurt (-0,15%).
Os ministros das Finanças reuniram-se hoje, de urgência, por videoconferência, mas do encontro apenas saiu uma promessa de cooperação entre os países para ajudar a resolver a crise na zona euro.
A discrepância de comportamento dos títulos explica-se pelo facto do BES ter reforçado o capital sem recurso à ajuda do Estado. Já o BPI, vai receber 1,5 mil milhões de euros de ajuda do Estado, valor que pretende diminuir em 200 milhões de euros, no âmbito de um amento de capital a subscrever pelos accionistas.
No caso do BCP, a queda das acções é explicada pelo elevado montante de ajuda do Estado, que ascenderá a três mil milhões de euros, e cujo valor de subscrição será de 0,04 euros. Seguir-se-á ainda um aumento de capital de 500 milhões de euros, que se não for totalmente subscrito pelos privados, será subscrito pelo estado a 0,04 euros.
No grupo das 20 empresas que integram o principal índice da bolsa de Lisboa, destaca para as subidas acima de 2% da Sonae Indústria e da Portucel, e a queda de 1% da EDP.
As bolsas europeias encerraram maioritariamente positivas, com Espanha a subir 0,45%, apesar dos sinais de agravamento da crise. Itália também encerrou a ganhar 0,62%, e Paris apresentou um ganho maior de 1,07%. Em queda encerrou a bolsa de Frankfurt (-0,15%).
Os ministros das Finanças reuniram-se hoje, de urgência, por videoconferência, mas do encontro apenas saiu uma promessa de cooperação entre os países para ajudar a resolver a crise na zona euro.